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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

Voa a Toa

 Enclausurada num movimento contido seu do outro, Numa impressão de liberdade para seguir deliberadamente  Sem ouvir seu alarde nem estrondo Por sequer respirar o ar pelos próprios pulmões Que faz enfraquecer dilaceradamente  Tantas pulsações de corações.  Gritos mudos em intensidade De dançarinos  Presos no ritmo e tempo pré-definidos  Despidos de espontaneidade.  Não que seja algo impossível  Esse cardume ser tão uniforme  Ou até considerar tempos e ritmos de outrem.  Acredito que há momento para isso.  Mas a ponto de se perder em possibilidade disso Não é deixar-se poder se movimentar livremente  Como se render-se ao seu próprio querer, fazer e o pensar fosse algo contrário à sanidade E que não se devesse assim se conceber uma dançarina com tamanha liberdade (voz de desaprovação) O que fará consigo em profunda liberdade? Em momentos como essa dará conta de encontrar a mobilidade Que lhe fizer sentido Num âmago de possibilida...