Ele se sente desanimado
por não se achar
forte o bastante
e por isso, é atentado
a tudo abandonar
a qualquer instante.
Quer fugir, mas permanece no mesmo lugar.
´E um prisioneiro no labirinto da agonia.
Ele acredita
que só encontrará um novo horizonte
Debaixo da ponte.
Foi arremessado pela força do vendaval.
Sua dor no mar ele escondeu.
O resquício de sua sanidade permaneceu
Ao exigir que o sofrimento tivesse um final.
Assim, o sofrimento ele mergulhou,
porém a cura não encontrou
Quando, para onde ele achava ser a única saída do labirinto, ele viajou...
Comentários: 1. Outra saída do labirinto: Procure ajuda!! 2. Trabalhei os eufemismos, nesse poema. Queria deixar suave e forte o poema ao mesmo tempo...
BANDEIRA, Marina et al.Comportamento assertivo e sua relação com ansiedade, locus de controle e auto-estima em estudantes universitários. Estud. psicol. (Campinas) [online]. 2005, vol.22, n.2, pp.111-121. ISSN 1982-0275. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X2005000200001.
CASSEPP, D. M; SILVA, J. C. Ansiedade no ˆAmbito Universitário: Relatos de Alunos atendidos em um núcleo de apoio acadêmico. 2015
Há recordações impossíveis de esquecer Como algumas pessoas importantes ao nosso viver, Que queremos a amizade nunca perder. Há momentos preciosos vividos com deleite, Que não serão levados pelo tempo na nossa mente. Nós ríamos, refletíamos, lamentos dividíamos E um café de carinho bebíamos. A conversa era um cafuné, Pois me confortava como um balanço de maré. Com uma boa conversa de reflexão e alegria, eu me despia, Pois me libertava de tudo o que de pesado sentia. Mas, como agora nos afastamos do que a gente sente, Eu não sinto mais o carinho de um bom café quente. Que saudade da nossa grande amizade! Que tristeza por muito em você pensar, mas não muito mais com você poder conversar... Eu gostaria de participar mais da sua vida pois simplesmente adoro a sua companhia. Então, nesse dia, te dou uma orquídea, pois ela é tão segura, que o vento não derruba como a nossa respeitosa relação, que está no meu coração ansioso para nos reencontrar e para mais cafés inesquecíveis podermos juntos tomar... Comentário: gostaria de comunicar que com essa poesia, completamos 100 poesia nesse meu blog que tanto amo. Um poema sobre a amizade que fiz para uma encomenda e que tem muito a ver comigo. Obrigada a todos por essa marca.
Poetar
É versejar
Com razão e emoção;
É expressar
interpretando uma sensação;
É engolir
o orgulho para analisar pecados;
É se despir
por revelar lindas paisagens e machucados.
Poetar
é viajar
em nós mesmos;
é transformar
em poesia sentimentos;
e é, com coragem e humildade, entregar
ao universo um mundo particular
em que seja possível amadurecer, se imortalizar
e aprender a se amar.
Saber do futuro É desejado Por curiosidade para ver alguma conquista E rejeitado Por medo de sofrer na vida.
O mais importante é viver primorosamente E encontrar o deleite em nossa mente Para que naturalmente O prazer de dentro Se revele em cada precioso momento.
Referência: Inspirado no trecho seguinte do livro "Meditando com os anjos" de Sônia Café,
"Deleite é um prazer que vem de dentro para fora e se relaciona com o que está fora de modo a torná-lo ainda mais luminoso. Viver é o meu deleite."
Referência: O poema foi feito para um perfume chamado Fantastic. Não sei a marca...
Poema construído a partir do seguinte conceito de vaidade: "valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros." (Wikipédia)
Também estudei o artigo chamado:
"CONSUMO DE PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS: UMA ANÁLISE DE CONSUMIDORES DO ESTADO DE SANTA CATARINA" Jaqueline Taiz Zoz Becker (FAI) (jake.becker4@gmail.com )
A todo momento, eu poderia ser morto ou um inimigo.
Há grande perigo de compor esse mar de sangue
pela tempestade de bombas e tiros a qualquer instante.
Por honra e compromisso à pátria, o sacrifício.
Por não querer me sentir um covarde, enfrento meu destino
Transformando a arma na minha amante
Para defender tudo o que não quero perder de importante
E para lutar por um mundo melhor num futuro distante.
Oh, Não!! O meu tempo acabou!
Tão rapidamente uma bala em meu peito se instalou.
Ainda agora, sinto minhas mãos pesadas com todo o sangue que derramei
E me pergunto: Cadê o mundo melhor pelo qual lutei?
Como ter paz através da guerra?
Como ter paz através de tantos oceanos de sangue em diferentes épocas?
Para eu descansar em paz sentindo o fluxo das águas
Que, com o tempo, cicatrizará todas as minhas mágoas,
peço para os governantes lembrarem do meu sacrifício
e buscarem encontrar saídas mais civilizadas para os seus conflitos.
Só assim, teremos um mundo melhor
com mais compaixão à alheia dor.
Só assim, deixarei de ser um nada
que apodreceu num campo de batalha.
Comentário: 1. Esse poema vai virar um pequena curta-metragem. Espero que esteja bom à altura. Por tanto, sugestões, elogios e críticas são bem-vindos. 2. Para fazer o poema, eu assisti os seguintes filmes: "Até o último homem", "Um Ato de Liberdade" e "Honra e Liberdade". 3. Eu também li vários relatos de soldados que participaram de guerras e li um pouco do livro da Anne Frank.
e depois, volte para a nossa incrível história
poder prosseguir.
O pequeno Jack deu azar
Por seu coração congelar
Logo que nasceu na noite mais fria anual,
Mas milagrosamente,
Madalaine, uma parteira genial,
O operou urgentemente
E Jack assim, passou a viver como um “normal”
garoto,
Porém, com um coração mecânico novo:
um relógio de madeira
Para bombear o sangue às frágeis veias.
Porém, o relógio em seu peito entrará em
colapso
Se Jack não tiver cuidado
Para ninguém mexer
nos ponteiros do frágil coração,
para não se render
a nenhuma paixão
e nem se enraivecer
com qualquer situação.
Jack, que mora numa colina,
Faz à cidade uma visita
E com Miss Acácia se encanta,
Pois, na chuva, conversa e canta
Se tornando ao seu frágil coração
um momento de grande risco,
mas também muito bonito e inesquecível.
Na escola da cidade decide ir,
Mesmo em sua casa podendo estudar
Porque não quer se isolar
E por causa da sua deficiência física desistir
da bela cantora reencontrar conseguir.
Lá, Jack sofre bullying de Joe, um
valentão,
Depois de pela Miss Acácia a ele perguntar,
Que adora o atormentar
desconfigurando seu coração
para ele não mais nela se interessar.
Como Jack não encontrou a Miss na escola,
Decide viajar em todos os lugares da Europa
Com ajuda de um cineasta amigo
Que o fez ver que será aos outros distinto
Se não puder ter o direito de amar
Como qualquer um que possa o confrontar.
Ao chegar em Andaluzia,
a encontra e aí, começa a sua reconquista,
Pois Acácia não estava de óculos no chuvoso
dia
E por isso, o seu rosto não reconhecia.
Saíram pela cidade para mais conversar
E Jack tentou Miss acácia beijar,
Mas era de outro que ela amava
O que de tanta decepção e raiva
quase deixou o coração de Jack em brasa.
Jack, inconformado, a ela foi perguntar:
“Quem você ama? Como o conheceu?”
Foi aí que se supreendeu
Por Miss Acácia ainda esperar e gostar
do misterioso garoto
que conheceu num dia chuvoso
e que está bem na sua frente
depois de por ela ter viajado
o mundo todo
até por milagrosamente
terem se reencontrado.
Como de amor uma prova,
Jack deu a Miss Acácia
A chave de seu relógio para dar corda,
Pois realmente ele passou a ela amar
E sua vida a ela passou a confiar.
De repente, decidiram fugir,
Mas Joe apareceu antes que pudessem partir.
Joe também gosta dela
E por isso, mostrou a ela
por Jack o seu olho perdido
Quando, na escola, Joe estava mexendo
em seu coração
E o cuco do relógio de Jack acertou em
cheio a sua visão.
Miss Acácia com Jack discutiu
E de fugir desistiu
Depois de tanto que ela se assustou
Pela versão da história que Joe contou.
Jack viu que Acácia com Joe fugiria
Ao invés dele o deixando numa tremenda
melancolia.
De qualquer forma, não tinha mais forças pelo seu coração estar enfraquecido
Já que ela partiu com a chave de seu
coração partido.
Miss Acácia a chave e o seu amor vivo notou
E com Jack voltou,
Mas antes da Miss colocar a chave em seu
peito,
Ele jogou a chave ao vento,
pois a ama tanto que necessita de um beijo
Mesmo que isso signifique falecer
já que, para Jack, é mais importante com qualidade viver
se permitindo sensações e experiências sentir
do que ter uma vida longa sem nada a
contribuir.
Para mim, é uma prova de amor bonita
E uma lição de vida mais linda
porque Jack morre com o sonho realizado
Depois de tanto tempo ter esperado
e sua deficiência culpado
por achar que o
sonho de beijá-la seria inviável.
Jack deixou de ver seu relógio como um empecílho
Para ver como uma característica natural
possível ao risco.
Ao longo da trama, Jack de máquina e vítima
passa a se humanizar e a ser autor da sua vida,
Pois faz tudo por uma decisão
Mesmo que signifique a sua
mortificação.
Miss Acácia e Jack se amam pra valer
A ponto de Jack se sacrificar para
ela ter
E a ponto de Acácia respeitar o jeito de
Jack de ser.
Assim, o respeito paira o ar de um filme
maravilhoso
E que pôde me proporcionar um momento
gostoso.
Tantas reflexões realizei
e numa poesia eu me inspirei
para o mundo convidar
a esse filme também poderem se encantar.
Primeira Música do Filme
Comentário: Como dito no poema, é totalmente inspirado no filme "Jack e a Mecânica do Coração". O filme é inspirado num livro chamado "A Mecânica do Coração" de Mathias Malzieu. Bom, esse poema narrativo se tornou uma resenha crítica. Tentei analisar os personagens ao máximo, contar a história bem cativante do filme e dar a minha opinião e o que pude aprender com o filme.